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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Lolitices da Wendy?

 
 
  Comparando duas personagens completamente diferentes. Wendy e Lolita. Gosto imensamente de ambas, entretanto, perguntei-me o que teriam de diferente e em comum para que, mesmo assim, ainda permanecesse a gostar delas.
  Lolita é uma garota com atitudes e gestos que misturam a mulher e a criança que é. Ela tenta ser mais adulta do que é, mas tem dentro de si uma eterna infante.
  Wendy é uma menina cheia de vida que, influenciada por Peter, não quer crescer. Entretanto, ela tem uma personalidade maternal e madura para sua idade, e, no fundo de seu coração, tem um desejo oculto de crescer e exercer a mãe e adulta que há em seu ser. Apesar disso, Wendy tem em sua pessoa  um fator que não pôde deixar para trás nem mesmo depois de crescer, a criança dentro de si.
  Por minha admiração por ambas as personagens e as diferenças e semelhanças que são um pouco difíceis de enxergar, mas que, apesar disso, ainda estão lá.

domingo, 15 de junho de 2014

Fanfictions

 
 
  Só para introduzir decentemente, fanfictions são histórias que fãs ou admiradores escrevem a partir de obras já existentes, sejam estas livros, filmes, séries, jogos ou até mesmo pessoas reais – embora esta última seja mais polêmica e “perigosa” de se fazer.
  A intenção desse post é ajudar novos autores a se introduzirem no meio e incentivar autores com block criativo ou em busca de estímulo.

  Inicialmente, é interessante escrever uma fanfic sobre algo que você gosta – até porque é um hobbie - e entende bastante – o que evita furos na narração. É válido escrever a fic inteira antes de postar, aproveitando o ritmo e empolgação, além do que você pode conferir e ver se há falhas. Ou escrever aos poucos e postar capítulo por capítulo, desta forma os leitores podem interagir e ajudar a montar a história.

  Ideia na cabeça ou fic pronta, agora é só postar. Há alguns sites como o fanfiction.net que são referência no meio, porém tem a maioria das histórias em inglês, e o Nyah! Fanfiction, que é uma versão brasileira. Há versões alternativas como o Social Spirit, onde os leitores interagem bem mais e de forma mais veloz que no Nyah!. Entretanto, a grande maioria dos inscritos do Spirit é fã de animes, apesar de exceções. E alguns autores tendem a lever este último site menos a sério. Também há a opção de postar em um blog, assim fica algo mais individualizado.

  Para quem prefere as interativas, onde você escolhe o nome dos personagens, a Fanfic Obsession é uma boa escolha, embora esteja em reforma há algum tempo – com suposta previsão pára retorno no dia 15 desse mês -, até alguns dias atrás as fics mais famosas estavam disponíveis para leitura. Não tenho conta neste site e nãos ei exatamente como proceder para enviar uma história, mas creio que quando o site voltar ao ar haja algo como um fórum para explicar tudo. Assim que eu puder, crio uma conta no Fanfic Obsession e posto algo falando mais sobre. Esse é um post bem básico mesmo.

  Sobre fics interativas, há dois tipos delas: as que a história e os personagens já estão formados e você só escolhe o nome destes – como as do Fanfic Obsession – e as que os leitores enviam as fichas com personagens de sua criação e o autor monta a história ao redor destes – que você encontra nos outros sites. A última opção é bem interessante também, pois é divertido ver seu personagem se desenvolver de uma forma inesperada. Entretanto não são todos os autores que sabem trabalhar bem com eles, por isso indico que dê uma olhada nas outras histórias do autor antes de enviar a ficha.

  As fanfics podem ser divididas basicamente em short e long fic, que são definidas pelo tamanho da história. Eu, particularmente, nunca escrevi uma shortfic, pois geralmente minhas histórias não fazem muito sentido sem todo um contexto, ainda que a vontade de fazê-la seja grande.

 
 
  Uma boa capa, nome atrativo e sinopse boa interessam os leitores. A capa não precisa nem ser photoshopada, pode ser uma imagem simples, mas que tenha a ver com a situação da história. Nomes longos dificultam a memorização do leitor, que dificilmente vai lembrar-se dela na hora de buscar para continuar a leitura. E a sinopse é o que vai fazer as pessoas se interessarem em ler ao menos o primeiro capítulo. Logo, “sinopse lixo, a história é melhor”, “não sei fazer sinopse” e coisas do tipo, afastam leitores. Preocupe-se em deixá-la com a base inicial da fanfic, mas com certo suspense sobre o rumo da história.

  Todo bom autor, também é leitor. Logo, quando ver a obra de alguém, comente, fale sobre os pontos positivos e negativos de forma sutil. Assim você também usa esses pontos para seu próprio desenvolvimento e ajuda e estimula o autor.

  Alguns sites ou fan clubes fazem desafios de fanfics, onde os fãs tem uma base de história, mas cada um desenvolve a sua maneira. Acho uma proposta maravilhosa, embora eu não conheça nenhum site específico que o faça para indicar – se alguém souber, por favor, comunique-me.

  Uma dica para não desanimar da história é escrever sempre dois capítulos de uma vez e postar apenas um deles, deixando o outro para a próxima vez. Assim, você não se sente muito pressionado com prazos. Aliás, quem define prazos para escrever é o autor, não deixe que os leitores lhe pressionem com ameaças, porque o válido é a história sair com qualidade. Também vale lembrar que não é só porque é como uma brincadeira que você deve escrever de qualquer forma. Leitores gostam de ler textos com sentido, contexto e sem erros. Alguns sites, inclusive, excluem as histórias com muitos erros gramaticais. Lembrem-se sempre de conferir o regulamento do site no qual está postando.

  Procure nunca deixar  para escrever depois, pois  a imaginação e a disposição escapam-lhe pelas frestas dos dedos.

  Basicamente, é isso. Boa sorte e ânimo.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Sobre o Ultraviolence


 
  Creio que todos os fãs da Lana já estejam cientes de que o álbum vazou. Não é ético ouvir ou baixar antes do lançamento oficial, mas confessemos que a curiosidade estava muito grande. Até agora, eu só ouvi e analisei as músicas, mas estou ansiosa para adquirir o álbum - que está lindo em muitos aspectos.
  Assim que soube do álbum e de seu nome, minhas expectativas não foram das melhores e não fiquei muito curiosa sobre. Imaginei que a cantora investiria bastante em solos de guitarra e coisas do tipo - o que não é ruim, porém que foge de seu estilo. Entretanto, apesar de ter mais som de guitarra do que o Born To Die, as letras das músicas, o ritmo e os seus próprios pensamentos se sobressaem.
  Conforme as músicas, photoshoots e "degustações" musicais foram saindo, minhas expectativas foram crescendo, assim como a ansiedade. Aliás, as photoshoots de Ultraviolence ficaram extraordinárias! Um deleite para os fãs. Apesar disso, a capa foi considerada fraca por muitos desses - inclusive por mim, inicialmente - que esperavam algo forte e intenso para ser compatível com o título. Muitos fizeram versões alternativas tão bem feitas que me fizeram até questionar se não eram oficiais também. Apesar disso, após escutar as músicas, o álbum tem todo um contexto, mas o analisador deve ser bem perceptivo.
  Se você achou o último álbum depressivo, muito lento ou sonolento, possivelmente não vai gostar de Ultraviolence, mas não custa tentar ouvir algumas faixas. Sobre estas vou citar a ordem, fazer um pequeno comentário sobre e colocar meu trecho favorito para dar uma ideia sobre cada música. Minhas favoritas por enquanto estão em negrito.

Capa oficial


1. Cruel World
  Introdução incrível, refrão com ritmo abrasador.
  "That's no more that I can do, you're so famous now."

2. Ultraviolence
  Minha favorita do álbum. Não vejo letra tão perfeita há muito tempo. Merece totalmente ser título do álbum.
  "I love you the firts time. I love you the last time. Yo soy la princesa, compreende mi sueños. 'Cause I'm your jazz singer, and you're my cult leader. I love you forever. I love you forever."

3. Shades Of Cool
  Quando ouvi pela primeira vez, não tive muitas boas impressões. Mas ao associar ritmo-letra, é de apaixonar. Muito triste também.
  "Cool heart and hands and aptitude."

4. Brooklyn Baby
  Tem uma introdução que me lembra comerciais, mas a música em si é um doce. Refrão viciante e ecos "destruidores".
  "They say I'm too young to love you."

5. West Coast
  Inicialmente, achei que não era o que eu esperava e não simpatizei. Mas logo após, eu estava cantando em todos os lugares. Sobre o clipe, eu achei bastante interessante, mas sem nexo no início. Mas, conhecendo algumas outras músicas da cantora, faz muito sentido. Uma das mais animadas do álbum. Viciante.
  "Down on the West Coast, I got that feeling like it all could happen. That's why I'm leaving you for the moment."

6. Sad Girl
  É exatamente como você vai se sentir ao terminar de escutar o álbum.
  "He got the fire and he walks with the fame."

7. Pretty When You Cry
  Essa era uma das músicas que eu mais tive expectativas, talvez por isso eu me decepcionei um pouco. Acho que é a mais lenta do álbum, mas  a letra é muito boa.
  "I'm stronger than all my men. Except for you."

8. Money Power Glory
  Esse não é o tipo de letra que eu gosto, mas o estilo da música é muito bom, e se interpretada de outra forma, é maravilhosa assim como todas as outras.
  "Dope and diamonds."

9. Fucked My Way Up To The Top
  O estilo lembra bastante de outros projetos da Lana Del Rey, o que foi ideal para mim.
  "Lay me down tonight in my diamonds and pearls."

10. Old Money
  A mais triste de todas, mas tem uma letra tão linda que é de fazer chorar. Maravilhosa.
  "I'll run to you. I'll come."

11. The Other Woman
  Encerra o álbum fantasticamente, e faz uma referência mais clara à Lolita com "old man" - fator que eu senti muita falta no álbum, mas que se procurar com perícia, achará. O estilo dá música é meio retrô e é muitíssimo agradável.
  "And when her old man comes to call, he'll find her waiting like a Lonesome Queen."










domingo, 8 de junho de 2014

Resenha de Lolita: Livro e Filme (1997)

Livro:
  A edição que eu li era azul bebê, sem imagem alguma na capa dura. Não coloquei imagem dela justamente por ser só uma capa simples azul e de boa textura.
  Lolita é um livro difícil de classificar, depende do referencial, mas eu classificaria como drama com algumas cenas de romance. Não recomendo a leitura se você não for mentalmente maduro ou esperar um romance adorável.
  É basicamente sobre um pedófilo - prove-me que ele não é - que se apaixona por uma garota, também chamada de ninfeta, de 12 anos. Ao contrário do que muitos pensam, Humbert é completamente doente, pois ele não somente tem atração por sua amadas ninfetas, como também abusa 'discretamente' delas. Entretanto, quando Dolores Haze aparece em sua vida, todas as outras ninfetas parecem básicas e sem nada em especial.
  Lolita é uma personagem com um psicológico muito interessante. É uma pré-adolescente que se sente pronta para demonstrar seu potencial adulto, maa com uma alma infantil inigualável.
  Houve momentos em que tive um desprezo absurdo por Humbert, em outros pena e até compreensão. Para não detestá-lo, tentei imaginá-lo com diferentes rostos, mas por fim a priemeira imagem dele persistiu.
  A partir do meio do livro, Humbert fica psicótico com uma suposta perseguição, e há no mínimo umas 100 páginas com seus surtos e fugas - o que acredito que poderia ser reduzido pois é a parte mais chata do livro.
  Vladmir Nabokov escreve de uma forma que faz com que você se importe em se por no lugar da personagens, o que faz com que a leitura seja muito produtiva, mas tambèm um pouco pesada.
  Apesar dos pesares, é um livro que gosto muito mesmo e que influenciou e influencia muitas pessoas. É um livro recomendável.



Filme:




  A ideia é basicamente a mesma. Aliás, é um filme muito fiel e excelente. Por não destacar muito a psicose e insanidade de Humbert, você tende a não ter raiva dele. O ator de Humbert ficou idêntico ao que imaginei e a Lolita ultrapassa expectativas. A coisa mais desnecessária, creio eu, foi uma nudez no final do filme, mas é possível desprezá-la.
  O filme possui cenas icônicas e marcantes e vale super a pena assistir. É doentiamente bom.

sábado, 31 de maio de 2014

Alguns Trabalhos do Mr.Cumberbatch

  Durante determinado período esteve bastante entediada e tentei preencher algumas horas do meu dia com algo que me deixasse mais entusiasmada. E "bang!": Benedict Cumberbatch. Não é novidade que ele é um ator excelente. Assistindo seus filmes, esqueço-me que por trás do personagem genial há o grande Benedict. Entretanto, em alguns momentos, quando ele encara a câmera fixamente, além de me emocionar dependendo da situação, você vê claramente o Cumberbatch escondido, com aquele sorriso no rosto.
  "Fangirling" à parte, quando comecei a assistir Sherlock pensei que nunca mais o veria de outra forma, mas então assisti alguns outros filmes com ele que me fizeram mudar completamente de opinião. Eis dois filmes para provar o que digo.


Van Gogh - Pintando com Palavras


 
 
  Sob forma de documentário, o filme (documentário, filme... difícil dizer) conta a história de Van Gogh a partir das cartas que o pintor trocava. Os atores recitam apenas o que estava escrito nas cartas sob interpretação tão admirável - por parte de alguns- que é possível se esquecer que é um documentário. É algo tão interessante que fez-me estreitar laços sentimentais com obras do pintor.
 Ver Benedict sob aspectos tão diferentes de outras atuações a qual me acostumara, assustou-me inicialmente, mas surpreendeu-me positivamente no fim. O fim pareceu-me tão triste, que debulhei-me em lágrimas.


Hawking (A História de Stephen Hawking)


 
 

  O filme não faz ênfase dramática sobre a doença do físico, e valoriza sua força de vontade e grande interesse na física. Também chorei no fim, embora a culpa tenha sido mais minha do que da própria obra. Tenho certa dificuldade e preconceito com a física, e esse filme motivou-me a dedicar-me mais e olhar a disciplina com outros olhos. A obra é incrivelmente motivadora.
  Benedict sai de seus papéis maduros e incorpora um jovem adulto: possibilidade que eu não havia cogitado antes. E ainda assim agradou-me incrivelmente. Esse homem tem uma capacidade incrível de fazer com que eu me envolva e me emocione!




  Bem, se você tem admiração pelo ator - recuso-me a nomear a mim ou alguém como "cumberbitch" porque creio que seja algo pejorativo e um bom fã sabe que o que sentimos é algo bem longe disso- ou pelos personagens, não hesitem em assistir porque são obras que acrescentam muito.
  Espero que tenha sido um bom post, pois pretendo postar mais sobre o ator e seus trabalhos mais tarde.Se você já assistiu algum desses filmes, comente o que acha sobre, e diga-me se fui sensata na hora de falar sobre a atuação do Benedict ou se fui apenas uma fã alucinada.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Resenha Harry Potter

  Bem, eu poderia fazer uma resenha sobre todos os livros individualmente, mas não creio que
as pessoas realmente precisem disso, já que é uma saga que já está no mercado há cerca de 17 anos (?). Então vou dizer basicamente minhas impressões sobre toda a saga.
  A minha coleção foi a de capa branca, que é essa aqui:

Imagem retirada do blog psychoreader.wordpress.com

 
  Como devem saber essa é uma versão supostamente limitada e mais barata. As páginas são brancas e a fonte é menor que a dos livros 'normais', o que explica o fato de os livros dessa versão parecerem bem menores. Entretanto, particularmente, acho essas capas bem mais simplistas e bonitas que as originais. Cada capa vem com a imagem de alguma cena do livro, o que te deixa intrigado para chegar logo ao tal momento e descobrir o por quê dela.
  Mas agora sobre a saga. É incrível a forma como a J.K. faz detalhes do início serem fundamentais para o final do livro. As personagens crescem de uma forma encantadora, dando-lhe a sensação de familiaridade e, muitas vezes, identificação pessoal - particularmente, identifico-me com o Rony. A leitura é bem fluida e os finais de cada livro são bastante empolgantes.
  É muito difícil dizer qual é o meu favorito, mas posso alegar que os que li mais rápido e mais entusiasmada foram A Câmara Secreta, O Prisioneiro de Azkaban, O Enigma do Príncipe e As Relíquias da Morte.
  Confesso que esperava me emocionar um pouco mais nas batalhas finais - o que não aconteceu talvez pela quantidade de spoilers que recebi e que evitei ao máximo já que não assisti a nenhum dos filmes antes dos livros. E fiquei muito surpresa com o feitiço que Harry usa para deter Você Sabe Quem, já que no mesmo livro Lupin diz para ele algo como "Você não pode deter Você Sabe Quem com esse feitiço" e ele vai lá e faz.
  Aliás a personalidade explosiva de Harry me fez adquirir grande admiração pelo personagem, que não é o tipo de mocinho confuso e entediante que costumamos encontrar.
  Enfim, valeu muito a pena ler e por mais que você ache que está muito velho para ler esses livros, você não vai estar.

terça-feira, 20 de maio de 2014

TAG: Feitiços de Harry Potter


  Essa é a primeira TAG que eu respondo e eu achei super interessante porque estou na metade do último livro de Harry Potter e, até agora, a saga não deixou nada a desejar. Para dar os devidos créditos, encontrei-a no blog Memórias de Leitura e segundo a autora deste a TAG foi criada pelo canal Turtle Sympathy e traduzida pelo Leitora Voraz.


 

1. Expecto Patronum: Um livro relacionado a boas memórias





  Pollyanna. Lembro-me muito pouco desse livro, mas foi um dos primeiros clássicos que li e peguei na biblioteca da minha escola logo no primário. Recordo-me que me senti muito motivada pelo quanto otimista a menina era e acho que foi o primeiro livro que chorei lendo. Está aí, acho que gostaria de relê-lo.



2. Expelliarmus: Um livro que te pegou de surpresa
 



  Definitivamente foi A Batalha do Apocalipse. Comprei o livro esperando algo sério e não envolvente, mais devido à beleza da capa, promoção tentadora e incentivo de uma amiga do que pela própria sinopse. Entretanto, o livro foi arrebatador e foi tão envolvente que eu não conseguia controlar minhas emoções enquanto lia e tornou-se meu livro favorito por bastante tempo.



3. Prior Encantato: O último que você leu
 




  O último livro que li foi A Senhora da Magia, da coleção As Brumas de Avalon. Encontrei-o na biblioteca da escola fora de seu devido lugar. Quando li a sinopse, fiquei maravilhada e lembrei-me do quanto falavam bem do livro. Em breve farei uma resenha sobre ele, caso contrário, prolongar-me-ei, já que terminei o livro ainda mais maravilhada do que quando o encontrei.



4. Alohomora: Um livro que te apresentou a um gênero que você não tinha considerado antes
 



 
  Mais Pesado Que O Céu introduziu-me na parte de biografias do mundo literário. Antes dele, sentia-me muito insegura quanto, não fazia ideia de como seria a narração e hesitava. Entretanto, nas biografias, a boa obra mais depende do dono da vida biografada e do autor que coletou e estruturou as informações. E felizmente, nesta biografia de Kurt Cobain, ambos me surpreenderam: Kurt por sua vida atrativa e Charlie R. Cross por saber passar as informações de forma que não denigrativa.



5. Riddikulus: Um livro engraçado que você leu
 
 

 

  Eu Sou O Mensageiro além de levar-me a longas reflexões, fez-me rir e muito. Alternava entre uma leitura leve e filosófica e também tornou-se um de meus favoritos por este fator.



6. Sonorus: Um livro que você achava que todos deviam conhecer
 
 
 


  Um Estudo em Vermelho. Indicado por professores com leitura valendo nota para escola, Sherlock Holmes foi-me apresentado de forma brusca e excêntrica. Inicialmente pouco conseguia entender, mas quando tudo se esclareceu, perdi meu fôlego e declarei paixão sobre as histórias do detetive. Acho que todos deveriam conhecer as histórias sobre Holmes, pois além de inspirar vários outros livros, filmes e séries, nos incentiva a agir de forma mais inteligente.



7. Obliviate: Um livro ou spoiler que você gostaria de esquecer ter lido


  Todos os livros que leio me servem de alguma coisa - nem que seja para falar mal sobre - e não gostaria de esquecer que li. Entretanto, gostaria de esquecer de muitos spoilers como por exemplo as mortes dos personagens de Harry Potter.



8. Imperio: Um livro que você teve que ler pra escola
 
 

  Bem, Memórias de um Sargento de Milícias foi o último que tive que ler e me surpreendeu bastante, porque esperava algo totalmente diferente. Meu vocabulário tornou-se mais extenso e confesso que fiquei bastante tempo falando como uma pessoa de época diferente da qual vivo. Apesar da maior parte da minha turma não ter gostado, fui a primeira a terminar de ler e gostei bastante do livro. Obs: ainda acho que Leonardo-filho não tem culpa de se apaixonar tão fácil.


9. Crucio: Um livro que foi doloroso para ler
 
 
 

  A Guerra dos Tronos. Primeiramente doloroso pois meus personagens favoritos são os que mais sofrem, e quando não sofrem o suficiente, morrem. Apesar de tudo, fui ler já tendo em mente que a maioria dos personagens morre, e nunca tive problemas com isso - às vezes sou até a favor de matar personagens para dar mais impacto. Fui ler até mesmo sabendo que meus favoritos tinham mais chances de morrer. Mas mesmo assim, a morte deles me chocou.


10. Avada Kedavra: Um livro que pode matar (interpretação livre)


  Alice no País das Maravilhas e Através do Espelho e o que Ela Encontrou Por Lá. Você provavelmente vai morrer de um bug cerebral. As coisas não tem sentido nenhum, e por mais filosófico que você tente ser a respeito, mais insano você se sente. Uma leitura que eu achei que seria leve e fluida, foi devagar e sempre parando, porque meu cérebro quase derretia com tudo aquilo.




  Ao terminar essa TAG cheguei a constatação que: eu demorei muito para fazer essa postagem. É muito difícil decidir os livros e como encaixar as palavras para fazer sentido com a TAG e não se prolongar demais. Mas valeu à pena. Bem, é isso. Obrigada por ler até aqui.

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