Neverland não não também não

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Faça da Biblioteca o seu Templo Universitário


  Eu cometi o deslize de só conhecer o meu templo no segundo período. Isto se deu por um processo natural de adaptação aos ritmos da Universidade que são bastante distintos da escola que conhecemos por toda a vida. Mas nunca é tarde para conhecer esse espaço que vai mudar como você enxerga a graduação. Em um dia em que nada tinha pra fazer, dei por mim entrando naquele lugar que nem é assim tão bonito, mas cheio de conteúdo incrível. A partir disso, venho trazer um pouco dessa experiência e estimulá-los através da importância que a Biblioteca tem para o universitário.

1. Faça o Cadastro

  Mesmo que não vá pegar nenhum livro emprestado naquele dia, procure saber como se faz o cadastro. Até porque pode demorar alguns dias até que sua carteirinha esteja pronta, e assim que você precisar ela já vai estar em mãos.

2. Conheça a Biblioteca

  Fique a deriva nela, compreenda mais ou menos como funciona a sua organização, mesmo nas partes em que os livros não são da sua área. Você também pode utilizar o sistema online para pesquisar as referências e saber quais livros estão disponíveis.
  Além disso, procure conhecer os funcionários. Não é questão de conversa fiada, é um processo que vai se construindo além dos "bom dias" e "boa tardes", são as simpatias desenvolvidas conforme você visita o local. Essas relações vão te permitir boas indicações literárias e informações.


3. Arrisque-se

  Depois de conhecido o espaço e as pessoas, é a hora de se encontrar. Descubra seu lugar favorito, com uma boa vista para alternar com o livro de sua escolha ou seus objetos de estudo. E vá além das suas disciplinas e procure diversas áreas de interesse que possam te acrescentar como pessoa e estudante. Isso pode enriquecer seus textos e, até mesmo, seus diálogos.


  A partir dessas dicas, espero que tenha compreendido que a biblioteca é o templo do universitário porque o permite descobrir através dos livros e do seu estudo individual que não há fronteiras para o seu conhecimento se houver sede para tal. É o religare íntimo do eu como o saber.

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